



Iluminação cirúrgica
Foco Cirúrgico
Oqtis · Importado
Cores fiéis no campo. Zero calor sobre a equipe.
IRC elevado — a diferença que o cirurgião sente
Alta reprodução de cor permite distinguir tecidos, perfusão e sangramentos com precisão visual. A luz não achata os vermelhos e rosas do campo operatório — o cirurgião vê o que realmente está na mesa.
Zero calor sobre o campo e a equipe
LED com baixíssima emissão de calor elimina o desconforto térmico em cirurgias longas e previne o ressecamento de tecidos expostos — a equipe opera melhor, o campo fica mais seguro.
Controle total na ponta dos dedos
Ajuste de intensidade e foco durante o procedimento sem interromper a cirurgia. Manípulo central esterilizável para quem está na mesa operatória.
O cirurgião diferencia tecidos pela cor — artéria de veia, perfundido de isquêmico, saudável de comprometido. Quando a fonte de luz achata esses vermelhos e rosas, a distinção fica mais lenta, mais exigente. Um foco de IRC baixo não é só um incômodo ergonômico — é uma variável a mais dentro do bloco.
Especificações Técnicas
Tecnologia e óptica
- Tecnologia
- LED de alta eficiência
- IRC (índice de reprodução de cor)
- Elevado
- Emissão de calor
- Baixa (LED)
Controle e ergonomia
- Ajuste de intensidade e foco
- Sim, durante o procedimento
- Manípulo central
- Esterilizável
Configurações disponíveis
- Cúpula simples
- Salas de procedimentos e cirurgias gerais
- Cúpula dupla
- Cirurgias de cavidade e longa duração (elimina sombras)
Recursos
- 04
Cúpula simples ou dupla — dimensionada para a sala
Procedimentos simples operam com cúpula única. Cirurgias de cavidade eliminam sombras com configuração dupla. A PRIME dimensiona conforme o mix cirúrgico do seu bloco.
- 05
Vida útil LED: mais disponibilidade, menos manutenção
Módulos LED duram dezenas de milhares de horas — contra centenas do halógeno. Menos trocas de lâmpada, menos janela de indisponibilidade da sala cirúrgica.
Perguntas Frequentes
O que é IRC e por que ele muda o que o cirurgião enxerga?
IRC (Índice de Reprodução de Cor) mede quanto a fonte de luz preserva as cores reais dos objetos iluminados. No campo cirúrgico, isso significa a diferença entre ver os tecidos de forma fiel ou achatada. Com IRC elevado, o cirurgião distingue artéria de veia, tecido perfundido de isquêmico e sangramento ativo de tecido rosado — com precisão visual que um IRC baixo compromete.
Foco LED esquenta a sala cirúrgica?
Muito menos que os antigos halógenos. O LED emite luz com baixíssimo calor irradiado ao campo — o que melhora o conforto da equipe em cirurgias longas, reduz o ressecamento de tecidos expostos e diminui a carga térmica no ar-condicionado da sala.
Preciso de uma ou duas cúpulas na sala?
Depende do mix cirúrgico. Salas de procedimentos simples operam bem com cúpula única. Cirurgias de cavidade, ginecológicas ou de longa duração precisam de cúpula dupla (principal + satélite) para eliminar sombras criadas pelos membros da equipe. A PRIME avalia o mix da sua sala e recomenda a configuração certa.
Com que frequência preciso trocar as lâmpadas do foco LED?
Módulos LED duram dezenas de milhares de horas — comparado com centenas de horas de uma lâmpada halógena. Na prática, isso elimina a manutenção periódica de troca de lâmpada e reduz o risco de indisponibilidade da sala por falha do foco durante o dia cirúrgico.
Quantos lux precisa ter um foco cirúrgico?
A referência é a IEC 60601-2-41, a norma específica de luminárias cirúrgicas, que define como a iluminância central (Ec) deve ser medida e declarada. Os focos cirúrgicos de sala trabalham tipicamente na faixa de 40.000 a 160.000 lux no centro do campo, com regulagem para o cirurgião ajustar conforme o procedimento. Mais importante do que o número máximo isolado são três dados que o termo de referência deve exigir junto: a iluminância central, o diâmetro do campo iluminado e a profundidade de iluminação — um foco com pico alto e campo estreito ilumina pior do que parece na ficha técnica.
Foco cirúrgico de teto, móvel ou de parede: qual escolher?
O de teto é o padrão da sala cirúrgica: libera o piso, não atravessa o campo estéril com pedestal e permite posicionamento em qualquer ângulo — mas exige laje com estrutura e entra no projeto da obra. O móvel, sobre pedestal com rodízios, atende sala de pequenos procedimentos, ambulatório e serve como luz de retaguarda numa sala já equipada. O de parede resolve consultório e sala de sutura, onde não há laje disponível nem espaço para pedestal. Para bloco cirúrgico de verdade, a resposta quase sempre é teto, com um móvel de apoio.
Vale a pena trocar o foco halógeno por LED?
Na maioria dos blocos, sim, e a conta se fecha por três lados. Calor: o halógeno irradia calor sobre o campo, resseca tecido exposto e desconforta a equipe em cirurgia longa; o LED emite muito menos. Manutenção: a lâmpada halógena dura centenas de horas e queima no meio do dia cirúrgico, enquanto o módulo LED dura dezenas de milhares. Qualidade da luz: o LED moderno entrega IRC mais alto, o que muda o que o cirurgião distingue no campo. Some a redução na carga térmica do ar-condicionado da sala e o retorno costuma vir antes do fim da vida útil do equipamento antigo.
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Gilson Reis · Especialista de Produto


